Supesp segue com Ciclo de Encontros e Capacitações com Forças de Segurança do Ceará
3 de março de 2022 - 14:38 ##PMCE #estatística #Status #Treinamento
Intensificando o Ciclo de Encontros e Capacitações 2022 com as Forças de Segurança Pública do Estado do Ceará, a Superintendência de Pesquisa e Estratégia de Segurança (Supesp) realiza treinamento com técnicos da área de estatística do 16º Batalhão da Polícia Militar do Estado do Ceará (PMCE) para o acesso aos sistemas Sistema Tecnológico para Acompanhamento de Unidades de Segurança (Status), que permite o acesso às análises de dados, de ocorrências, manchas criminais, entre outras informações para a elaboração de estratégias pelas Polícias e respectivos comandos.
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Na manhã desta quinta-feira (3), na sala de comando da Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops), técnicos da Gerência de Estatística e Geoprocessamento da Supesp (Geesp) realizaram treinamento para agentes de segurança do setor de estatística da Área Integrada de Segurança 3 (AIS 3), que contempla bairros como o Ancuri, Barroso, Coaçu, Conjunto Palmeiras, Curió, Guajeru e Jangurussu. O treinamento foi realizado pelos especialistas em estatísticas e técnicos da Geesp, Leontino Queiroz e Everton Souza.
Segundo Leontino Queiroz, essa capacitação é essencial para a formação de estratégias e táticas para o combate e a redução da criminalidade por parte das Polícias, que atuam diretamente em áreas de vulnerabilidade. “Essas informações estarem com esses profissionais é estratégica e decisiva. Como eles próprios afirmaram, fica mais acessível e dinâmicos programar os estudos e análises para a prevenção de delitos ou mesmo casos de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) ou Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVP). Agora, fica mais ágil entender e perceber o comportamento e a dinâmica dos crimes”, disse Leontino.
Planejamento
Para o sargento Artur Ranieri, esse foi um passo importante e decisivo para diagnosticar e compreender com mais precisão como os crimes se articulam, se movimentam e se alteram. É o caso do que foi discutido a partir de uma apresentação do estatístico Everton Souza, que simulou durante a apresentação do Status e do método das manchas criminais, que algumas vezes aquele determinado tipo de ocorrência reduziu numa área específica, mas não acabou, apenas se deslocou para outro perímetro do bairro ou AIS.
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“Achamos muito interessante esse treinamento. Foi muito bom e interessante conhecer melhor o sistema, pois vai suprir nossa demanda de atendimento, passando a ter acesso às ferramentas necessárias para isso, como as manchas, os mapas e poder desenvolver uma área específica de atuação para um tipo de problema”, explicou o sargento Ranieri.